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Blog da FGR

Por Katiuska Prado em 17 de Maio de 2018

Como escolher a iluminação ideal para sua casa

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Quando se pensa em um projeto de arquitetura, reforma ou design de interiores, a iluminação, muitas vezes, pode ser o último ponto a ser discutido e/ou não ter muita importância nos projetos. Um erro sem precedentes, afinal, a iluminação certa faz toda a diferença na casa e pode proporcionar melhor aproveitamento dos espaços, conferindo conforto e bem estar.

Antes de tudo, é muito importante que qualquer projeto de iluminação esteja associado a um consumo consciente que visa o equilíbrio entre o uso de energia elétrica sem trazer nenhum prejuízo para o indivíduo, sociedade e planeta.

Diante disso, vale fazer o estudo de iluminação da casa junto com o projeto arquitetônico. De acordo com a arquitetura Mayara Almeida, do escritório ArqDue Arquitetura, a iluminação residencial deve ser pensada de forma funcional e específica para cada ambiente, respeitando também a relação do morador com cada cômodo.

Veja abaixo algumas dicas para simplificar a escolha da iluminação ideal:

1 – Decidir tudo sozinho pode comprometer a qualidade da iluminação da sua casa. Um bom profissional de luminotécnica é o mais indicado para ajudá-lo a escolher lâmpadas e luminárias adequadas que sintetizem a iluminação e criem ambientes confortáveis.

2 – Evite o excesso de pontos de luz. Iluminações extravagantes devem ser reservadas apenas para ocasiões especiais. A iluminação da casa deve ser pensada de forma inteligente, sempre respeitando o cotidiano da família, seus hábitos e horários de uso. O excesso de luz desnecessária pode resultar, além do desconforto visual, no aumento da conta de energia.

3 – A iluminação deve ser estudada logo no início da reforma ou construção. Quando feita junto, há o aumento de eficiência e economia com produtos adequados. Além disso, a iluminação tem relação direta com a dimensão e layout de cada cômodo. Mais um motivo para que seja pensada e executada junto.

4 – É muito importante definir o tipo de iluminação considerando a temperatura de cor de uma fonte luminosa. As luzes fria ou quente, como são conhecidas, não são referentes ao calor físico da lâmpada, por exemplo, mas sim ao tom de cor que ela dá ao ambiente.

Para entender exatamente como funciona a temperatura de cor, vale usar o sol como parâmetro para esse conceito.

Logo nos primeiros minutos do dia, o sol está mais vermelho e sua luz tem um tom mais quente. A medida que o dia avança, a luz do sol vai ficando mais fria. Em um dia nublado, a luz ganha um tom azulado e é quando há o aumento de disposição para as atividades. Já percebeu? No final da tarde, a luz geralmente volta a ficar mais quente.

Ou seja, analisando pela natureza, luz mais quente simboliza mais aconchego e, luz mais fria, mais atividade.

Nas lâmpadas a temperatura de cor é medida em graus Kelvin (K). Quanto maior for o número, mais fria é a cor da lâmpada. De acordo com especialistas, o ideal em uma residência, é variar entre 2700k a 5000k.


Iluminação personalizada para cada ambiente

 

A iluminação da casa é muito pessoal e deve atender aos gostos de cada cliente. Apesar de não ter uma regra geral, a iluminação deve estar de acordo com as sensações que se deseja despertar em cada espaço.

Veja alguns pontos básicos para cada ambiente:


  • Sala de estar

O ambiente pede uma iluminação mais suave, com pontos nas mesas de centro e laterais. É indicado o uso de automação ou dimmer para controlar a intensidade da luz. Se preferir, aposte em iluminação indireta com o uso de abajures e luminárias de piso.

Obs: Não use pontos de luz em cima do sofá ou poltronas, pois pode incomodar pessoas que sentam logo abaixo desse foco de luz.

  • Sala de jantar

A sala de jantar pede boa iluminação em cima da mesa de jantar. O recomendado é o uso de lustre ou pendentes.

Em mesas retangulares e muito extensas, a instalação de pontos auxiliares nas laterais pode favorecer melhor a iluminação.

  • Cozinha

Cozinha pede iluminação geral, eficiente e bem clara. O ideal é optar por luz branca, com boa iluminação em ilhas e bancada.

  • Quarto

Pede uma iluminação suave, com pontos indiretos, como o uso de abajures nos criados-mudos. Se preferir, use o dimmer para controlar a intensidade, tomando cuidado para não projetar luz na cabeceira da cama.

  • Banheiro

Banheiro pede uma iluminação geral clara. Para que o rosto fique iluminado de maneira uniforme, pode ser utilizar uma luz difusa ou indireta próxima ao espelho.

 

Tipos de lâmpadas

A procura por lâmpadas LED aumentou consideravelmente desde 2016, quando foi decretado o fim da fabricação das lâmpadas incandescentes. Além disso, o LED chega a ser até 80% mais econômico se comparado às lâmpadas incandescentes e halógenas. E é claro que, elas são hoje maioria nos projetos de iluminação residenciais.

E para acabar de vez com as dúvidas sobre os tipos de lâmpadas, veja abaixo um guia simples com os principais tipos de luminosas:


  • Incandescentes

Lâmpadas com filamento em bulbo de vidro. Alto consumo, baixa eficiência luminosa, fácil dimerização e vida útil baixa, cerca de 750 horas.

  • Halógenas

Lâmpadas com filamento em bulbo de vidro ou quartzo com gás interno. Alto consumo, alta eficiência luminosa, fácil dimerização e vida útil de 2 mil horas.

  • Fluorescentes

Lâmpadas de descarga de baixa pressão, compostas por eletrodos, tubo de vidro coberto com material à base de fósforo e gases inertes. Baixo consumo, boa eficiência luminosa e vida útil de 3 mil a 20 mil horas.

  • LED

Diodo que emite luz quando polarizado diretamente. Há formatos que imitam as lâmpadas incandescentes. Baixo consumo, boa eficiência luminosa e a maior vida útil, entre 15 mil e 40 mil horas.

 

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