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Blog da FGR

Por Katiuska Prado em 10 de Setembro de 2018

Descubra o tipo ideal de cortina para a sua casa

cortinas

As cortinas e persianas são itens indispensáveis na decoração que fazem mais do que apenas filtrar a luz e dar privacidade, podem ser ótimas peças decorativas, conferindo ao ambiente um toque único e cheio de personalidade.

Mas, com tantos modelos disponíveis qual o tipo ideal para a sua casa? Listamos abaixo algumas informações importantes para ajudar você a escolher o modelo ideal. Veja!

Cortina ou Persiana?

Se tratando de funcionalidade, não há nenhuma diferença entre elas. Ambas podem proporcionar bloqueio parcial ou total da luminosidade. Além de melhorar o conforto visual e térmico do ambiente.

O ponto principal da cortina e persiana é que além de serem funcionais, elas deixam o ambiente mais elegante e acolhedor.

A diferença entre as duas é o material e a forma de abertura. As cortinas são sempre de tecido e, podem ser abertas simplesmente empurrando com a mão, ou afastando gentilmente. Geralmente seu recolhimento é na horizontal, com exceção do modelo romana, que é estruturada na vertical com fechamento em camadas.

A vantagem da cortina é a infinidade de modelos, cores e tecidos que podem facilmente ser combinados com o estilo de decoração e personalidade dos moradores ou até mesmo seguindo a troca das estações do ano. Para o verão, primavera, cortinas com caimento leve, cores claras e tecidos floridos e românticos. Para o inverno, tecidos mais grossos e cores escuras.

A persiana também é bastante versátil e pode ser encontrada em diversos modelos, geralmente com fechamento na vertical. Os mais comuns são os basculantes de madeira, alumínio ou PVC – aqueles feitos com lâminas presas a um cordão, giram na vertical ou horizontal, o painel – recolhimento lateral, e a rolô – que enrola quando fechada, mais usada em varandas de vidro.

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Texturas

A escolha da textura da cortina ou persiana deve estar relacionada ao seu objetivo. Para os que querem aproveitar o máximo de luminosidade possível, o ideal é optar por tecidos leves, como o voile, o chiffon e o xantungue, por exemplo.

Se a intenção for o contrário, filtrar a intensidade da luz prefira modelos de algodão, linho, sarja ou seda.

E ainda se a preferência for deixar o ambiente mais escuro sem muita incidência de luz, o veludo, a camurça ou o blecaute são ideais. Esses modelos de texturas por serem mais encorpados ainda melhoram a acústica do ambiente.

Para persianas, é necessário prestar atenção na largura de cada lâmina. Quanto maior a lâmina, maior será a passagem de luz quando ela estiver aberta.

De acordo com Andreia Pressato, gerente produtos da Hunter Douglas, uma boa dica é combinar uma cortina de tecido leve com uma persiana rolô de blecaute ou de tela solar. “De fibra de vidro com PVC, a tela filtra os raios UV, proporcionando uma melhora na sensação térmica do ambiente, além de proteger os móveis”.

 

Cor na medida

Nem sempre é fácil acertar a cor da cortina. Os tons mais vendidos geralmente são as nuances mais claras, neutros, como brancos, beges e cinzas. Claro que o medo de enjoar ou sobrecarregar demais o ambiente é responsável por essa escolha cautelosa.

Mas, isso não quer dizer que tons mais quentes e modelos estampados não possam agradar pessoas mais discretas também. O segredo, de acordo com o designer de interiores Luiz Otávio Debeus é enxergar os tons abertos e modelos com estampas como reflexo de personalidade. Uma solução, de acordo com ele, é escolher um tom neutro e combinar com barrados ou faixas coloridas.

A cor da cortina também pode ser o ponto focal do ambiente. Salas de estar com decoração sóbria, por exemplo, podem receber um pouco mais de cor com as cortinas.

 

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Como instalar?

Comumente usam-se dois tipos de suporte para fixação: o varão e o trilho suíço. O varão normalmente utilizado com cortinas prontas. É possível encontrar modelos de madeira, metal ou plástico.

Já o trilho suíço, geralmente é encontrado em alumínio e usado com cortinas e persianas feitas sob medida. Podem ser únicos, duplos ou triplos. Para escolher o modelo certo basta pensar na quantidade de camadas desejada.

Para os que querem um acabamento profissional, é possível ocultá-los com cortineiros de madeira ou gesso. Os modelos podem ser embutidos ou sobrepostos, o que basicamente depende da preferência e estilo do ambiente. O primeiro é relativo ao espaço vão entre a parede e o forro, para esconder a instalação de cortinas e persianas. Já o sobreposto é utilizado em tetos não rebaixados, que cobre apenas a área da cortina. Independente da escolha, nos dois casos, a largura mínima para o vão é de 12 cm, mas é indicado deixar uma margem de 15 cm a 20 cm.

 

Qual o tamanho ideal? 

De forma geral, o tamanho exato é uma questão de gosto. Mas, normalmente, o comprimento longo, do teto ao piso, é o mais utilizado para salas de estar e jantar e quartos.

Esse tamanho além de deixar o ambiente elegante proporciona uma maior sensação de amplitude.

Para cozinhas, banheiros e escritórios, o ideal é utilizar um tamanho mais curto. Em casos que há móveis abaixo da janela, a cortina ou persiana deve terminar rente à próxima peça ou com pelo menos 30 cm a mais na altura, de acordo com profissionais da área.

Ainda sobre a questão acima, o posicionamento do trilho, varão ou cortineiro também pode variar, sendo instalado rente ao teto, ou cerca de 20 a 30 cm acima da janela.

A altura também precisa valorizar o tecido. Isso quer dizer que, nem sempre deixar uma barra muito grande é elegante. Uma boa opção é optar por tecidos com dobras de pelo menos 15 cm. Para não ter erros, meça a barra de acordo com o rodapé, se for muito alto, faça a barra com a mesma altura dele.

Uma medida importante: deixe passar de 25 cm a 30 cm de cada lado da janela para evitar o vazamento de luz.

 

Modelos automatizados

Se você também acredita que tecnologia deve facilitar o dia a dia, vai adorar saber disso! As cortinas motorizadas são uma nova sensação. É possível motorizar os modelos a partir do acionamento por interruptor, controle remoto ou bluetooth. Também é possível conectar o sistema a um sensor fotovoltaico, que funciona a partir da insolação recebida no ambiente, abrindo ou fechando a cortina quando necessário.

 O movimento suave e regular prolonga a vida útil das cortinas, já que evita os danos causados pelo contato manual. Para ambientes com pé-direito duplo a motorização é bastante indicada, uma vez que alturas muito extensas podem provocar danos ao tecido ao puxar constantemente. Com o motor, esse problema é eliminado.

 

Limpeza em dia

Para evitar o acúmulo de poeira e aparecimento de fungos como mofo, o indicado é manter as cortinas e persianas sempre limpas. Pelo menos uma vez por semana passe aspirador de pó sob sua superfície.

Uma vez ao ano, no mínimo, contrate uma empresa especializada para uma limpeza mais completa.

Caso prefira fazer a limpeza em casa, deixe a cortina de molho em água fria por algumas horas antes de iniciar a lavagem. Dessa forma, o pó acumulado na cortina será solto Importante: Não centrifugue nem coloque na secadora.

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